22 de março de 2017

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Atenção aos detalhes mais simples como “M & Ms Marrons”

A historia  surgiu depois da revelação no livro dos autores Dan e Chip Heath, ela também se tornou surpreendentemente relevante para líderes empresariais.

Fazer pedidos extravagantes para os produtores de show é coisa mais do que habitual no cenário musical, mas a banda Van Halen usou um artifício bastante interessante e inteligente nas cláusulas do seu contrato. De um total de 53 páginas, no meio de outras exigências como iogurte Danone, copos de manteiga de amendoim Reese, batatas fritas com molhos variados, e até mesmo um tubo grande do lubrificante KY Jelly, aparecia no artigo 126 da página 40, um estranho pedido para que servissem um grande pote de M&Ms, mas que não servissem de forma alguma, M&Ms da cor marrom, sob pena de cancelamento do show com compensação integral. Esse foi o modo que a banda encontrou para saber se realmente os produtores leriam todo o contrato e saber se eles estavam preparados para dar suporte à banda, e dessa forma, se certificar que nenhum problema ocorresse durante o show, pois de acordo com o raciocínio de David Lee Roth, um produtor que não foi detalhista o suficiente para lidar com tarefas simples, então, a probabilidade de negligências com atividades maiores e de maior risco, poderia ser enormes.
Eis que no dia 30 de março de 1980, na "University of Southern Colorado" (agora "Colorado State University – Pueblo"), em Pueblo, Colorado, a pegadinha surtiu efeito, e a banda encontrou um M&M marrom em uma tigela no camarim. O resultado foi o previsto.
O piso emborrachado da quadra de basquete também foi danificado por causa do peso dos equipamentos, chegando a 85 mil dólares o valor total do prejuízo naquela Arena. Se os produtores tivessem lido o contrato na íntegra, saberiam que o piso não aguentaria todo o peso a que foi submetido (o peso total da montagem do palco era especificado no artigo 148), e mostrou o quanto a banda estava certa em se preocupar com a segurança de todos.


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15 de março de 2017

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Quais os critérios que você utiliza na escolha dos profissionais que contrata? Por: Fernando Rocha

Olá, meu nome é Fernando e dentre os diferentes esportes que pratico está o Paraquedismo.

Passei por uma experiência muito interessante recentemente com este esporte, que me levou a compartilhar este texto com vocês.

Esse menino da foto tem apenas 12 anos de idade e pela segunda vez, foi ele quem fez a dobragem do paraquedas que usei em um de meus saltos.

A primeira vez que isso aconteceu fiquei até receoso, mas não tinha alternativa. Ou eu aceitava saltar tendo meu paraquedas dobrado por uma “criança” ou não saltaria.  Refletindo, entendi que aquele rapazinho estava alí como um profissional, então resolvi confiar.

Há  séculos atrás Tomás de Aquino definiu CONFIANÇA como a certeza sobre coisas que  não  podemos verificar.”

Daí, você percebe a importância dessa definição em uma situação como esta, onde se algo não estivesse de acordo  poderia até existir risco de morte.

Sem confiança não se faz nada !

E então levanto uma questão:  - Quais os critérios que  você  utiliza na escolha dos profissionais que contrata?

(Seus comentários serão muito bem vindos!)

Pela necessidade que a minha profissão exige, de Eu me relacionar com pessoas em meu dia-a-dia, deixo algumas sugestões que acredito que poderão ser úteis para o aumento de sua credibilidade:

- Mantenha uma boa aparência;
- Não deixe de se capacitar;
- Respeite os seus clientes;
- Gere confiança à quem contrata os seus serviços;

Um abraço,


Prof. Fernando Rocha
Educador Físico, Personal Trainner (Preparador Físico) há 13 anos e Atleta.  
Instagram: fernandorochapersonal 
Email: fernandorochapersonal.personal@gmail.com

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8 de março de 2017

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Qual é seu objetivo ? Por: Fabio Soler

Já parou pra pensar qual é seu objetivo dentro da luta que pratica?

As respostas são as mais variadas possíveis: - Quero apenas praticar para aprender a modalidade, aliviar o estresse do dia-a-dia, desejo me graduar para lecionar, quero complementar meus conhecimentos ... enfim, as respostas são as mais variadas possíveis.

Entretanto, se a resposta for “Eu quero ser lutador profissional”, sugiro alguns pontos para sua avaliação que devem ser levados em conta.

Tenha certeza que esse é o caminho a ser percorrido, pois a vida de lutador profissional não é nada fácil. Sobreviver financeiramente da luta ainda é privilégio para poucos.

Apoiadores e patrocinadores até existem, mas infelizmente não contam com subsídios do governo para investir mais do que investem no esporte, principalmente em esportes de combate.

Se escolheu ser profissional, não cultive a imagem de “garoto mau”. Você poderá até intimidar alguém se comportando como tal, mas estará afastando sua possibilidade de evolução. Hoje em dia há grandes lutadores e já consagrados, que cativam seu público, procuram ser educados, respeitam o próximo e principalmente aos seus adversários. Suas carreiras não param de evoluir, isso porque são temidos apenas pelo papel que desempenham dentro dos ringues e tatamis.

Procure evoluir sempre, faça sempre o melhor buscando superar a si mesmo em todos os momentos. Aprenda com todos os que estão à sua volta, e procure assimilar as principais virtudes de cada companheiro de treino, para que possa aprimorar seus conhecimentos e transpor seus próprios limites.

Seja completo, isso significa ser no mínimo razoável em todos os aspectos que compõem uma modalidade de luta.

No Jiu Jitsu, procure aperfeiçoar suas técnicas de projeção, no Judô, busque mais conhecimentos na luta de solo, no MMA não basta apenas ter um bom solo ou ser eficiente na trocação, é necessário dominar principalmente, a transição, aperfeiçoada por meio de treinos de Judô e Wrestling, e lembre-se: - "Treinar modalidades isoladamente é importante, mas não se deve esquecer de colocá-las em prática em treinos específicos, utilizando todos os recursos que estas proporcionam.

Procure por apoio profissional, avalie o conhecimento de quem o instrui e o auxilia. Busque fazer parte de uma equipe com estrutura sólida, que possibilite sua evolução como atleta e profissional. Aperfeiçoe-se em cada modalidade com quem realmente conhece de cada luta, sem esquecer do preparo emocional e físico.

Não se esqueça do aspecto "Negócio", porque as lutas não virão sem que um profissional especializado interfira e negocie por você.

Trabalhe para se manter em evidência, isso ocorrerá sempre que superar lutadores reconhecidos. Procure enfrentar adversários considerados mais fortes do que você, assim você conseguirá uma carona na mídia, que muitas vezes se faz de cega em relação a novos potenciais. Outra vantagem de tal atitude,  será sua valorização como lutador, o que aumentará o poder de negociação de sua bolsa, bem como o interesse de promotores de eventos na sua contratação.

Finalmente, não deixe os estudos para trás, pois a carreira de um lutador um dia será encerrada, mas a luta continuará fora dos ringues.

Pense nisso!


Fabio Soler
Co-Fundador HSoul
fabio.soler@hsoul.com.br
https://br.linkedin.com/in/fabiorsoler
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1 de março de 2017

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ESSAS ESCOLAS REALMENTE ENSINAM Por: Roberto Garinini

Já escrevi sobre isso há algum tempo atrás. 
Acho que foi em 1985. 
Uma crônica para o Estado de São Paulo . 
Escola de samba, aprendizagem e vontade. 

Fevereiro é o mês do grande espetáculo, 65 minutos para mostrar o que se fez em um ano de pesquisa, elaboração, coordenação, costura pintura, composição, letra, musica, dança harmonia, adereços, comissão de frente enfim; praticamente uma grande empresa de diretorias, supervisão, coordenação e etc., etc.

Uma escola de samba é praticamente igual a uma grande empresa não fosse o grande diferencial do comportamento dos colaboradores, no dia a dia.
Primeiro que na empresa o colaborador recebe para ir trabalhar e na escola de samba ele as vezes paga .

Segundo na empresa o formalismo é maior, pois todos têm carteira assinada pagam impostos e recolhem contribuições, já na escola de samba é tudo brilhantemente informal. O contrato é de boca, mas o empenho é formal, mais ou menos até que a morte os separe.

Por fim a vibração, que nem preciso apontar qual seria a maior.
O colaborador da escola de samba sem carteira assinada, sem horário e sem remuneração fixa trabalha com uma empolgação e uma paixão por resultados que deixaria qualquer presidente de multinacional com inveja até o ultimo fio de cabelo.

Inversamente ao trabalhador da empresa nosso sambista
quer o melhor resultado, não se conformando com um segundo lugar.
Todos da comunidade querem estar lá, brigando, no bom sentido, pelo estandarte de ouro.

Não existe "As Melhores Escola Para Se Trabalhar", o que para com as empresas até concurso já temos.
A ISO 9000 das escolas é natural subindo dos grupos 2, 1 para o especial, e retornando quando o padrão não tem conformidade.
Que banho de R.H. os diretores e presidentes das escolas de samba nos dão, desde a terceirização de mão de obra até com para com os ensaios gerais.

A empresa precisou de um boom da administração para que se terceirizassem tarefas, outro maior ainda quando se falou em inclusão social, coisa que a escola de samba já faz há anos.
Reciclar, aproveitar sucata e lixo rico, Joãozinho Trinta fez nos anos 80.

Somos retrógrados em relação ao samba, nossas técnicas gerenciais não ganhariam estandartes de ouro, pois costumamos não prestar atenção em coisas que saem do povo,
dá vontade popular.

Já dizia Ohara Sam um professor japonês que me beneficiou muito com sua sabedoria:
-“ A pessoa que mais sabe é a que faz, não a que manda"
Portanto quem deve saber mais é quem tem samba no pé

Roberto Garini
Consultor de Empresas
Matemático pelo IME-USP 
MBA em consultoria de produtividade pela 
Associação das Indústrias do Japão Central – Nagoya-Japão

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22 de fevereiro de 2017

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Cuidados com o beijo no Carnaval. Por: Dr. Antônio Verrastro Neto.

O Dr. Antônio Verrastro Neto, Mestre em periodontia e professor especialista em implantodontia, alerta sobre os cuidados com os beijos em excesso. Uma boa dica é estabelecer uma alimentação rica em fibras, frutas, grãos e hidratar a boca com água o tempo todo.
Orienta-se não beijar diversas bocas desconhecidas no Carnaval porque essas aventuras podem esconder grandes problemas e doenças como: herpes, sífilis e, até, mononucleose, conhecida como "a doença do beijo".

Veja o quais são e como identificar cada uma delas:

Herpes labial
Os vírus podem ser passados mesmo que não exista uma lesão labial, apenas pelo contato com outra boca infectada. E uma vez infectado, você conviverá para sempre com essa doença, que pode se manifestar nos lábios com baixa imunidade.

Sífilis
A sífilis geralmente é transmitida por relação sexual, mas pode ocorrer durante o beijo, onde aparecem feridas na boca. Ideal ficar atento quando aparecer algum tipo de lesão.

Cárie
Por incrível que pareça, a cárie pode passar de uma boca para outra durante o beijo. Para previnir, manter uma higiene bucal em dia, evita que micro-organismos se encontrem em ambientes como a boca.

Mononucleose
Conhecida como "doença do beijo", ela é causada pelo vírus Epstein-Barr, que causa aumento dos gânglios do pescoço, indisposição, alterações no fígado e no baço. Os sintomas costumam demorar de 30 a 45 dias para aparecer.

Meningite
Quando mais pessoas você beija, maior as chances de contrair essa doença, segundo estudos do "British Medical Journal". A transmissão é feita pela saliva.

Gripe suína
Infelizmente a gripe suína não foi erradicada. Ainda pode haver contaminação em troca de secreções, espirro ou até mesmo pelo beijo. Se sentir dor no corpo e febre, procure um médico.

O mais importante é ter a consciência de que o carnaval é um período curto de curtição. Hoje em dia, as doenças não tem mais cara, então e difícil ver quem tem algum problema, ou não. É importante sempre se prevenir e escolher bem com quem se relacionar. Esse simples fato (difícil para essa época), pode garantir a saúde e não ter perturbações quando a folia acabar.
Publicado no Diário de São Paulo 20/02/2017 Por: Roberto Rodrigues

Dr. Antônio Verrastro Neto
Cirurgião dentista especialista em Implantologia e Mestre em Periodontia - FOUNIP

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15 de fevereiro de 2017

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MUDANÇA DE HÁBITO. por: Roberto Ganini

"Palavras positivas são o motor para que as empresas se tornem vencedoras."

Qualquer fato que aconteça no dia a dia da empresa é sempre analisado pela palavra falada.



Todos já ouvimos os: “desse jeito não vai”, “assim é impossível” ou “está tudo errado”.

Os comentários sobre algum fato ruim geram palavras negativas. 

Expressões negativas, sejam elas quais forem, marcam fortemente quem as ouve, e geralmente todos ouvem. Marcam o “não vai”, o “impossível” ou o “errado”.

São palavras de significado negativo que gravam no cérebro como um aviso ou como um alerta, como se fosse uma bandeira amarela em uma corrida de fórmula 1.

Toda vez que uma situação se assemelhar àquela que resultou nas expressões negativas nosso cérebro vai imediatamente ligar esse fato com o anterior e aquelas marcas, ou expressões, surgirão imediatamente: não vai, impossível ou errado. Isso não é um problema de energia, mas sim de proteção de nosso cérebro contra o que pode vir a acontecer.

Igual ao movimento instantâneo que qualquer um faz quando uma bola, por exemplo, venha em sua direção, levantando os braços.

Mesmo que as condições desse novo fato sejam distintas do fato que deu errado, nosso cérebro vai em primeiro lugar marcar as expressões negativas, mesmo que inconscientemente.  Mas, se quando algum fato der errado na empresa as expressões forem mudadas de “assim não vai” para “mudemos de estratégia para contornarmos o problema” ou “assim é impossível” para “procuremos outra forma que seja possível a nós ajustarmos a esse novo fato” ou ainda “está tudo errado” para “procuremos alinhar outras ações que possam mudar o fato”, essas palavras positivas, mesmo que em situação negativas, vão fazer com que nosso cérebro não se intimide diante de uma situação limite. 

Fazem-no ficar atento a buscar a solução diante de qualquer que seja o desvio.

Palavras são, na verdade, o “motor” que levam as empresas a se tornarem vencedoras.
Empresas vencedoras são consequência de ações estáveis e motivadoras, que só são alcançadas com palavras positivas.


Roberto Garini
Consultor de Empresas
Matemático pelo IME-USP 
MBA em consultoria de produtividade pela Associação das Indústrias do Japão Central – Nagoya-Japão










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1 de fevereiro de 2017

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Número Invisível. Por: Roberto Garini

Quando queremos saber de alguma coisa, sempre perguntamos pela via direta. 
-Quanto é ?
-Quanto tem? 
Assim é nossa estrutura mental.Trabalhamos por comparação e no menor nível de energia, como a química nos ensina.
Mas, na gestão das empresas, isso não vale. O que está à vista quase que não importa.



O importante é o “Número Invisível”, aquele que a gente nunca se preocupa. 

Portanto a maneira do gerente se relacionar com os números têm seus cuidados.
Nunca pergunte ao seu financeiro: 
- Quanto tem em caixa? 
Mas sim; – Qual o saldo de caixa no final do mês? 
Pois aí vai estar a comparação e é claro não com o menor nível de energia.
Por trás disso alguns números invisíveis vão aparecer.
O fluxo de caixa, que é trabalhoso e difícil de construir vai dar a perfeita visão de quanto “sobra” dia a dia, e aí não precisa mais perguntar todo dia. Olhe o fluxo e você saberá todo seu dia a dia.
Nunca pergunte ao seu estoquista: 
- Quanto temos em estoque? 
Mas sim; 
- O que faltará no estoque?
Dessa maneira você estará fazendo a gestão do seu negócio. Preparando seu estoque para completar as faltas.
Esse é mais um número invisível, aquele que a gente não presta a atenção mas está lá.

Nunca pergunte ao seu vendedor: 
- Quanto você vendeu nesse mês ? 
Mas sim;
 - Qual foi seu ticket médio neste mês? 
Mais complicado de ter o número, mas com vantagem de se compreender a venda e a necessidade de substituição ou treinamento, nas vendas.
Número invisível outra vez, mas de grande importância.
Nunca pergunte ao seu gerente: 
- Quanto vendeu hoje? 
Mas sim; 
- Quanto deixou de vender hoje? 
Marque a entrada de clientes, já existe contadores aqueles que quando você entra na loja ouve-se um som.
Procure então, a partir desse número, entender porque pessoas entraram em sua loja e nada compraram.
Nunca pergunte ao seu colaborador: 
- O que mais vendeu este mês? 
Mas sim; 
- Que itens venderam mais em quantidade, e que itens venderam mais em valor? 
Este é o estudo de margem de contribuição, que serve para responder esta e outras perguntas.
Portanto srs leitores e srs proprietários de um negócio. Saibam de agora em diante buscar o número invisível, pois aí vão perguntar melhor para ter uma melhor tomada de decisão na gestão da sua empresa.


Atenção: O importante é o Número Invisível, aquele que a gente nunca se preocupa


Nunca pergunte ao seu financeiro:
- Quanto tem em caixa?
Mas sim;
- Qual o saldo de caixa no final do mês?

Nunca pergunte ao seu estoquista:
- Quanto temos em estoque?
Mas sim;
- O que faltará no estoque?

Nunca pergunte ao seu vendedor:
- Quanto você vendeu nesse mês ?
Mas sim;
- Qual foi seu ticket médio neste mês?

Nunca pergunte ao seu gerente:
- Quanto vendeu hoje?
Mas sim;
- Quanto deixou de vender hoje?

Nunca pergunte ao seu colaborador:
- O que mais vendeu este mês?
Mas sim;
- Que itens venderam mais em quantidade, e que itens venderam mais em valor? 

Roberto Garini
Consultor de Empresas
Matemático pelo IME-USP 
MBA em consultoria de produtividade pela Associação das Indústrias do Japão Central – Nagoya-Japão

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25 de janeiro de 2017

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Precisamos de mentores. Por: Daniel Wildt.

Precisamos de mentores. Por: Daniel Wildt.
Você pode não saber mas eu sou um mentor. Eu ajudo pessoas a alcançarem resultados mais rapidamente, ensinando o que eu já fiz e pratiquei e tive sucesso. E também ensino minhas falhas e dificuldades, que podem ser muitas vezes mais importantes do que ensinar o que deu certo. Tem gente que acompanhei por dois meses, tem gente que acompanho por mais de ano. Tudo depende dos objetivos, que podem ir mudando ao longo do tempo. Enquanto fizer sentido, seguimos. Ajudo pessoas em um conjunto de habilidades que tenho, que me considero experiente. E quando não consigo ajudar, indico quem possa ajudar.

Agora, quem acompanha o meu trabalho, muitas vezes não toma consciência que eu tenho muitos mentores. Para cada identidade que tenho, eu possuo mentores: esportiva, escrita, música, empreendedorismo, desenvolvimento de software, design thinking, paternidade, filosofia, aprendizado em geral. Esses mentores podem ser pessoas de referência que faço contato quando preciso de aconselhamento, ou podem ser pessoas que tenho um contrato mensal para ter o apoio e acelerar meus resultados.


Fora o processo de mentoria, eu busco aprendizado por diversas formas. As top 5:

Youtube / Audible / Podcasts
Portais de conteúdo (infoq) / Blogs
Kindle / Livros físicos
Cursos online (udacity / udemy / edx / miríada x / outros)
Cursos presenciais
Pense aí em quais são as suas formas de buscar aprendizado.

Ao usar estas diferentes formas, tenho algum projeto em andamento, muitas vezes um projeto paralelo, onde posso aplicar e testar o que estou aprendendo. No meu caso, eu preciso ir para a prática para validar o aprendizado, e principalmente poder falhar o mais rápido possível, para criar experiência. Preciso testar o que estou aprendendo, para poder aplicar nas equipes que participo.

Pronto?

Valorize seu aprendizado. Mais que isso, tome consciência e perceba os seus processos de aprendizado. E busque os seus mentores!

Professor: Daniel Wildt
linkedin.com/in/danielwildt
youtube.com/danielwildt
danielwildt.com

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18 de janeiro de 2017

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Ensinamentos de um grande mestre - Miyamoto Musashi. Por Fabio Soler

Miyamoto Musashi, (宮本 武蔵) (1584-1645), conhecido como o mais famoso Samurai de todos os tempos, lutou mais de 60 duelos sem ser derrotado. Viveu no Japão em um dos mais conturbados momentos de sua história.

Sua luta solitária contribuiu na formação do pensamento de um “guerreiro”, com atenção particular aos detalhes estratégicos e à abordagem sistemática.

No seu "Livro dos cinco anéis", Musashi ressaltou a importância de discernimento perceptivo, não apenas para os samurais, mas em todas as pessoas e posições sociais, para adquirir uma compreensão objetiva dos mecanismos do senso de oportunidade e de sucesso, muito útil a todos nós que vivemos em busca da evolução em nossas profissões e em nossos relacionamentos.

Para as pessoas que criticam e desconhecem os valores que as artes-marciais nos proporcionam, estão listados abaixo os princípios escritos por Musashi, descritos no livro acima citado, que nos levam à busca de sermos pessoas de bem e que nos ajudam a nos colocarmos no caminho em busca do sucesso:

- Não pense desonestamente, pense no que é correto e verdadeiro.
- Coloque a ciência em prática, o caminho está no treinamento.
- Familiarize-se com todas as artes.
- Familiarize-se com todos os ofícios, conheça o caminho de todas as profissões.
- Perceba as qualidades positivas e negativas de tudo, distinguindo entre ganho e perda nas questões mundanas.
- Desenvolva julgamento intuitivo e compreensão de todas as coisas, aprenda a ver tudo com cuidado.
- Note aquelas coisas que não podem ser vistas, tomando consciência daquilo que não é obvio.
- Preste atenção a tudo, mesmo aparentes baboseiras, sendo cuidadoso até mesmo nas pequenas questões.
- Não faça nada que não tenha utilidade.

Aqui tivemos um pequeno exemplo do quão rico é o mundo de quem aprecia ou pratica artes-marciais, que não formam somente lutadores, mas nos ensinam a sermos “samurais” e lutarmos por nossos ideais.

Artes-marciais, acima de tudo, formam pessoas de bem!



Fabio Soler
Co-Fundador HSoul
fabio.soler@hsoul.com.br
https://br.linkedin.com/in/fabiorsoler

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11 de janeiro de 2017

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Não confunda inovação, com invenção! Por: Rodrigo Quinalha

Porque não inovar em setores, áreas e produtos já existentes? Porque não aproveitar uma forte cultura de consumo em curso e remodelá-la ao seu negócio? Porque não aproveitar todo ciclo de aceitação, presença e evolutiva dos competidores existentes, para inovar sobre uma realidade já comprovada e real, mitigando seus riscos, tempo e dinheiro?

Algumas dessas questões, trago para instigá-los sobre o que vivencio diariamente em contato com empreendedores de novos negócios e Start Ups, muitos deles me procuram, em busca de mentoria, advisor e/ou investimentos/capital para tracionar mais rápido sua estratégia.

Até 2027, 75% das 500 maiores empresas serão extintas? O que acha desta previsão? Real, ilusória, catastrófica?

Com ideia potencialmente "milionária", mas com execução em formato "decimal"! Ao menos 70% das Start Ups, no Brasil seguem essa métrica
Para corroborar com esta visão: as últimas grandes inovações da década foram baseadas de forma muito prática e "pés no chão", com inovação e adaptação de setores, objetos, tecnologias, conceitos, mercados e modelos, já existentes. "Simplicidade" em resolver questões e necessidades reais do dia a dia!

Airbnb + 1,5MM de quartos disponíveis, sem possuir nenhum imóvel "próprio"

Uber +25.000 veículos disponíveis ("táxis"), apenas em NY, maior frota de veículos do mundo, sem nenhum carro "próprio"

iFood + 5MM de pedidos realizados, sem possuir um único restaurante/cozinha

Waze decretou a "morte" de quase todos os GPSs líderes existentes (TomTom, Garmin, entre outros) - vendido por mais de U$ 1 Bi ao Google

Nubank cartão de crédito sem anuidade e com uma abordagem digital (mobile) inovadora, desde o controle de gastos via APP e educação financeira - já avaliada em U$ 2 Bi

Essas empresas acima comprovam que para inovar não precisa ser complexo. Apenas se torna necessária a atenção ao dia a dia, aos problemas rotineiros que não foram pensados através de uma nova ótica ou perspectiva, com simplicidade, gerando impacto e adoção momentânea ao serem lançados ao mercado.

Um dos equívocos chaves, que percebo constantemente é quando empreendedores acreditam que a única forma de inovar é inventar algo, completamente novo ("do zero")- ruptura total ao sistema, visão de única mão para causar impacto.

Não quero dizer de forma alguma que a invenção (P&D), no seu sentido literal, não seja algo necessário e que não impulsione nossa sociedade, humanidade e empresas adiante.  Quero compartilhar de forma prática e empírica que na maioria das vezes, o seu capital intelectual e/ou financeiro ou até o seu mercado consumidor e competidores, não permitirão este tempo e espera, para atingir esta ruptura completa, muito distante do sistema/modelo atual, em curso. Ou seja, sua empresa nasce fadada a falência de tão complexo, intangível e longínquo é a comprovação do seu negócio, para se provar e gerar tração. A aposta fica mais difícil e de alto risco, a possíveis clientes e até investidores, pelas incertezas e obscuridades que seu negócio apresenta. Dezenas de Start Ups e empresas fecham suas portas, em virtude dessa estratégia míope e unilateral.

Ademais, abre-se uma nova era de domínio potencial das "Pequenas Empresas", pela sua ousadia e velocidade inventiva. Antigamente, apenas grandes organizações podiam lançar produtos inovadores ao mercado, com departamentos enormes de P&D e altos investimentos efetuados. Atualmente, vemos que pequenos negócios iniciam através da tecnologia suas revoluções e mudam o curso de enormes e tradicionais mercados, até pouco tempo atrás algo impensável.

A melhor forma é adaptar e inovar sobre GAPs existentes em modelos muitas vezes amplamente aceitos, sem questionamentos. Atingir uma "zona de conforto" do mercado, onde os empreendedores atuais não consigam enxergar além. Seja visionário, antes de ser um inventor. Sendo visionário, você pode atingir uma gama de necessidades de forma assertiva, muitas vezes maior que apenas uma invenção isolada, de algo completamente "novo" sem correlação com necessidades e anseios reais do mercado.

A inovação está na simplicidade. Seja simples, prático e inventivo! Seguindo a máxima: erre rápido, erre barato e aprenda mais rápido ainda!

Reflita e pense sobre isso. Boa sorte e sucesso!


Rodrigo Quinalha.
Co-Fundador HSoul
rodrigo.quinalha@hsoul.com.br


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